Posted on 03 February 2010
Conhecer um país no Oriente Médio foi uma experiência fantástica, e por isso gostaria de primeiramente agradecer a Deus por ter me dado esta oportunidade única.
Passei 5 dias em Omã no Oriente Médio, ao lado da Arábia Saudita, um país relativamente grande, com uma população de 3 milhões de pessoas a grande maioria islâmicos. Quando digo a grande maioria me refiro a todos os Omanis (aquele que nasce em Omã e mais alguns outros estrangeiros) o restante, estrangeiros que moram la podem ser de outra religião sem ser o Islã.
È curioso visitar um país onde as pessoas são obrigadas a seguir o islamismo, não á opção, não a liberdade de escolha, se você é nascido em Omã, filho de quem é nascido em Omã você tem que ser mulçumano.
O cristianismo La é para os estrangeiros, brasileiros, europeus, africanos, pessoas que moram La que podem continuar sendo cristãos, todavia não possuem nenhum tipo de liberdade.
O cultos são restritos aos domingos, reuniões em casas, vigílias, evangelismo, todos estes programas são vetados, além do governo manter espias dentro da igreja!
A igreja é tão controlada que fica em um bairro murado juntamente com os templos das outras religiões, lembrando que somente estrangeiros podem entrar neste “bairro” que tem na sua frente o Ministério das Religiões tomando conta de TUDO!
Em meio a tantas restrições me impressionou a alegria do louvor, o fervor das orações, a adoração e a comunhão entre os irmãos cada um de um país diferente!
O culto que fui iniciava às 11h e iria até às 13h, cheguei às 11h e a igreja já estava lotada!
Toda esta viagem me fez refletir muito no nosso comportamento com cristãos em um país com tanta liberdade, temos tanta opção de escolha que acabamos não nos comprometendo com nada ou quase nada.
Podemos evangelizar qualquer pessoas que encontramos durante o dia, podemos ler a Bíblia em qualquer lugar, podemos ter uma reunião de oração em nosso trabalho, mas muitas vezes estamos longe de termos um real compromisso com Deus. Somos salvos, já temos Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador, mas a salvação não é o final e sim o inicio de uma vida com Deus.
Gostaria de te desafiar a orar mais, a buscar mais a Deus, a se envolver mais na sua igreja, faça parte de um ministério, viva como um cristão (pequeno Cristo) em santidade e em comunhão total com o Pai.
Agradeço mais uma vez a Deus por ter me dado esta oportunidade de ter conhecido este país, o ministério Jesus é a Resposta em breve irá retornar para o Oriente Médio e contamos com sua oração para juntos conquistarmos aquelas nações para o nosso Deus!
Lucas Gonzalez
Organizador de Campanhas


Posted on 04 January 2010
Recebi um e mail alertando os jovens sobre a vida superficial que se tem vivido nas igrejas atualmente. Fiquei me perguntando se a relevância desse texto tem a ver com o jovem ou com a igreja? Porque, uma coisa é certa: a superficialidade não está somente na vida dos jovens, como também não está só dentro das igrejas. A superficialidade é uma característica da vida moderna. Tudo é planejado para ser efêmero. No momento em que você compra um objeto, outro mais moderno já é lançado no mercado.
O amor é eterno enquanto dure é a frase do momento. Porém, será que a superficialidade está fora das nossas vidas de adultos? Para começarmos a refletir: quantas vezes conversamos com um amigo essa semana, falamos “olho no olho” com os nossos filhos, nos preocupamos com o outro, mandamos uma carta, demos um telefonema no aniversário? Penso que a superficialidade já chegou nas nossas vidas muito antes de chegar à igreja, pois esta é consolidada por nós.
As nossas casas já não são ponto de encontro de amigos. A nossa comida é comprada pronta e congelada, não temos tempo para ficar na cozinha preparando um prato especial para a família.
Não são os jovens superficiais, somos nós que temos alimentado esse sistema e vivido de modo superficial. Não queremos envolvimento.
Precisamos repensar nossas atitudes, nossos valores, nossos compromissos, porque somos a referência para a próxima geração.
A vida é feita de hábitos. Serão eles saudáveis?
O que é mais importante: a imagem ou o conteúdo? Não queremos mostrar as nossas tristezas, dúvidas, questionamentos que vão dentro do nosso coração, por isso a superficialidade é o caminho mais fácil.
A Bíblia nos diz que o coração alegre aformoseia o rosto, mas temos visto o contrário, clínicas de estética lotadas de pessoas a procura de uma imagem perfeita, para serem aceitas na sociedade do belo.
Todos estão à procura de um regime inovador, uma pílula antienvelhecimento, um coquetel para se ter cabelos lindos como o das revistas. A imagem ganhou destaque no mercado de trabalho.
Com o avanço tecnológico, podemos nos reinventar e nunca assumirmos a nossa identidade. Conhecidos se transformaram em amigos
A sociedade contemporânea exalta o forte, o belo e o saudável.
Jesus amou os fracos, os doentes e enxergou o que estava dentro do coração do homem. Essa deve ser a nossa visão também.
Precisamos olhar para essa sociedade da forma correta. Aquele que é amigo desse mundo não é amigo de Deus. O mundo quer mudar os valores, destruir nossa identidade, nos fazer sentir fracos e impotentes em um mundo competitivo e belo.
Não permita que a superficialidade assuma o controle da sua vida. A vida está dentro de nós. É do coração que nasce às palavras de vida ou de morte. Se preocupe com o que está dentro. Que sejamos exemplos de vida para os nossos jovens, com o temor do Senhor, servindo uns aos outros e amando-nos mutuamente.
Com carinho,
Kátia Gonzalez